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Oct 14

Branding Emergente: gestão orgânica e emergente de Marcas

Posted Wednesday, October 14, 2009 on Branding Emergente

O que é Marca?

  • Marca é um fenômeno sócio-cultural complexo, emergente dos múltiplos relacionamentos estabelecidos entre a organização e seus públicos de interesse interno e externo;
  • Reside na mente das pessoas e se manifesta quando é lembrada e selecionada;
  • Coexiste junto a outras marcas em ambientes dinâmicos e cada vez mais competitivos, no qual a diferenciação baseada no produto ou num grupo de usuários já não é suficiente.


The Inside Out and Bottom Up Branding

Neste ambiente - caracterizado por: produtos facilmente copiáveis, stakeholders cada vez mais ativos e interconectados, mudanças organizacionais freqüentes e uma progressiva valorização da responsabilidade sócio-ambiental das organizações - a construção da Identidade da Marca baseada no produto ou num grupo de usuários, já não é mais suficiente.

Assim o caminho de diferenciação proposto por Tree Branding considera a Identidade Organizacional como núcleo e ponto de partida na Construção da Identidade da Marca.

A busca pelo alinhamento e coerência da Identidade Organizacional com a Cultura Organizacional que lhe dá vida é a espinha dorsal da nossa proposta que visa fortalecer os capitais intangíveis (humano, simbólico e, sobretudo, o social), desenvolvendo um olhar orgânico e emergente das múltiplas interações que constroem a Marca e partem da própria Organização.

Sendo estes aspectos de ordem fundamentalmente culturais, torna-se prioridade estratégica número um estabelecer ou restabelecer uma Identidade Organizacional compartilhada, cujos valores estejam internalizados e consigam mobilizar o capital humano.

Uma vez atingido este primeiro objetivo, é preciso definir uma Identidade de Marca autêntica, mobilizadora do capital social e com capacidade diferenciadora de longo prazo.

Nesta vertente, acreditamos que a construção de uma Identidade de Marca, capaz de gerar diferenciação no longo prazo, exige uma estratégia que, além de compreender antropologicamente as mudanças no comportamento do Consumidor, captar a percepção dos diversos Stakeholders e o posicionamento dos principais Players de mercado, se baseie no DNA organizacional como núcleo de diferenciação e autenticidade.

Denominamos este processo de construção da Marca como Branding Emergente, que organicamente acontece de “dentro para fora – inside out” e “de baixo para cima – bottom up”.

VISITE O SITE DA TREE BRANDING!!!

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Jun 17

Aproveitando a energia criativa da organização informal.

Posted Wednesday, June 17, 2009 on Análise de Redes Organizacionais, Branding Emergente

No ambiente corporativo as pessoas comportam-se como pessoas e não como máquinas programadas para desempenhar uma função específica. Por mais automatizados que sejam os processos, no relacionamento cotidiano vão se desenvolvendo vínculos baseados em confiança e reciprocidade por um lado, e antagonismos por outro.

De fato, quando alguém tem afinidade com um colega de trabalho se sente estimulado para cooperar e o reverso é verdadeiro, fazendo com que as relações informais influenciem direta ou indiretamente a produtividade obtida. Isto significa que o organograma formal não reflete verdadeiramente como o trabalho é realizado na prática.

A partir das interações do dia-a-dia – seja para trocar informações, pedir conselhos ou falar sobre novas idéias – se formam verdadeiras comunidades de conhecimento, redes de cooperação, aconselhamento e inovação, que correspondem ao Organograma Informal.

É através desta Organização Informal, ou seja, os padrões relacionais emergentes das interações entre as pessoas, que vão se formando organicamente tais grupos (clusters) e fluxos de informações, além das barreiras físicas, hierárquicas e departamentais determinadas pela estrutura formal.

Nesta vertente, uma aproximação entre a estrutura formal e informal é uma maneira inteligente de aproveitar o que há de mais importante em uma organização: a energia criativa de seus integrantes!

Tal energia é fruto de um ambiente motivador e que estimula o aprendizado e a manutenção de vínculos baseados em confiança, reciprocidade e cooperação - o que, em outras palavras, definimos como CAPITAL SOCIAL CORPORATIVO.

Conhecer as Redes de Comunicação Informais, por trás do organograma formal, é possível através da Análise de Redes Organizacionais* e representa um ponto de partida vital para tomada de decisão estratégica, seja para tornar a organização mais integrada e criativa, bem como para aprimorar os fluxos e canais de comunicação e a interconexão com stakeholders (públicos de contato com a marca), tornando a comunicação mais eficaz e os tempos e as respostas mais ágeis e precisos.

Em linhas gerais, o conhecimento das REDES DE COMUNICAÇÃO INFORMAIS traz o enfoque relacional para a gestão organizacional, a partir do qual é possível aprimorar seus vínculos e fluxos de informação, tanto dentro quanto fora da Organização. Isto torna a Organização mais cooperativa e integrada no meio interno, portanto flexível e adaptável ao meio externo, desenvolvendo assim seu CAPITAL SOCIAL CORPORATIVO, o que, em nossa proposta, é verdadeiramente quem sustenta uma MARCA FORTE.

* O enfoque relacional proporcionado pela Análise de Redes Organizacionais é ponto de partida do trabalho que integra de forma pioneira Gestão de Marcas e Desenvolvimento Organizacional realizado pela Tree Branding.

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May 5

Redes de Confiança e Capital Social - parte II


Conforme mencionamos no último post, no dia 30 de abril, estivemos novamente no programa de Gestão Empresarial com interatividade: “Q3. No Mundo da Excelência em Gestão”, conduzido por Waldemar Faria e Sandra Lanza, aprofundando o tema abordado na semana anterior “Redes de Confiança e Capital Social”

Agradecemos muitíssimo a oportunidade de apresentarmos parte da metodologia que trabalhamos na Tree Branding e que integra a Análise de Redes OrganizacionaisAntropologia Organizacional e Gestão Colaborativa do Conhecimento, como base para o fortalecimento das redes de comunicação internas e externas visando o desenvolvimento de Marcas Fortes e Organizações Saudáveis.

Durante os dois programas conversamos sobre o que é a Análise de Redes Organizacionais e a importância do conhecimento da Rede de Comunicação Informal nos processos de tomada de decisão estratégica e sua contribuição para a Cooperação, Inovação e Aprendizagem Organizacional

Ressaltamos a transferência do foco da gestão da comunicação empresarial por meios e canais, para a Gestão Relacional, baseada no conhecimento e desenvolvimento das redes de comunicação informais. Em outras palavras, é preciso desenvolver o Capital Social Corporativo: o estabelecimento de vínculos cooperativos baseados na confiança e reciprocidade, em um processo que parte de dentro da organização e abrange as principais interações com stakeholders, no qual a transparência e a autenticidade na comunicação são atributos mandatórios.

Confiram a seguir a segunda parte da entrevista “Redes de Confiança e Capital Social - Parte II”

 

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Apr 26

Tree Branding no programa interativo “Q3. No Mundo da Excelência em Gestão”


No dia 23/4, estivemos no programa pioneiro sobre Gestão Empresarial com interatividade da TV Brasileira: “Q3. No Mundo da Excelência em Gestão”, conduzido por Waldemar Faria e Sandra Lanza, falando sobre sobre “Redes de Confiança e Capital Social”

Além de serem ótimas pessoas e profissionais com muita experiência, eles comandam o primeiro programa no Brasil de gestão empresarial na INTERNET (http://alltv.ig.com.br) e sabem bem como explorar as tecnologias web 2.0 para desenvolver um relacionamento de longo alcance com os seus “Qualinautas”.

Desta maneira, durante o percurso da semana, fomos aquecendo a temática das redes organizacionais na comunidade que a Q3 têm no Orkut, quebrando o preconceito sobre a limitação que esta rede social virtual em particular teria a respeito dos segmentos de interesse.

Bom, só resta agradecer a oportunidade que tivemos em compartilhar as idéias e experiências no programa ao vivo e na web, podendo responder perguntas diversas em tempo real, enviadas via chat.

Parece que como a temática despertou interesse, fomos convidados para o próximo programa (30-04-09), às 11 horas, para continuar falando sobre Capital Social e Redes de Confiança. Esperamos que participem!!!

A seguir, email de divulgação e o videolog do programa do dia 23 de abril.

 

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Feb 2

Crise: momento oportuno para fortalecer a Cultura Organizacional

Posted Monday, February 2, 2009 on Branding Emergente

No atual contexto de crise econômica, tendo em vista os potenciais cortes no capital humano, as organizações se tornam mais propícias aos traumas culturais, que por sua vez geram perda de confiança, do senso de pertencimento e da memória organizacional, afetando todos os níveis internos e externos de relacionamento.

Em contrapartida à redução de custos em capitahumano, cultural e social, este é justamente o momento indicado para fortalecer estes capitais intangíveis, voltando-se à essência, ao DNA organizacional a partir do qual se internalizem valores mobilizadores e se desenvolvam estruturas flexíveis e adaptáveis aos novos tempos.

Desenvolver uma Cultura Organizacional Forte, e por sua vez flexível, é um passo fundamental para sustentar uma Marca Forte e para se manter de pé em tempos de turbulências.

Com esta motivação e propósito inauguramos nosso site: www.treebranding.com, onde é possível acessar nossa gama de serviços que se complementam e se adaptam às necessidades das organizações – seja na construção e gestão de marcas novas ou já existentes, na passagem por traumas culturais, no redesenho organizacional, na compreensão antropológica do consumidor, bem como na complexa integração cultural nos processos de fusões e aquisições.

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Nov 29

Organizações e Marcas como Propriedades Emergentes

Posted Saturday, November 29, 2008 on Branding Emergente

  

 

As Organizações e as Marcas constituem bons exemplos de sistemas adaptativos complexos na sociedade moderna. Estes organismos socioculturais são desenvolvidos a partir das múltiplas interações entre os indivíduos que integram seu ambiente (colaboradores e stakeholders), gerando padrões de relacionamento e estruturas de elevado nível de abstração, denominadas como “Emergentes” pela teoria sistêmica e da complexidade.

Segundo tais teorias, a propriedade emergente de um sistema complexo não pode ser compreendida focando isoladamente no comportamento de cada indivíduo, mas sim nas múltiplas relações entre eles. Além disso, por sua natureza complexa, não é possível controlar, predizer ou gerenciar suas estruturas e padrões de comportamento.

No entanto, através do estudo Sistêmico das Redes de Interação que compõem as Organizações e suas Marcas, obtemos o conhecimento necessário para incentivar mudanças de percepção e comportamento, tanto na cultura organizacional quanto na imagem percebida da Marca.

As Organizações não são estruturas engessadas, nem tão pouco uniformes, já que nelas coexistem diversas sub-culturas e estilos de relacionamento (p.e. determinados pela área, hierarquia, localização, idade, gênero, tempo de casa, etc). Facilitar o processo de mudança nas organizações implica mudar os padrões de relacionamento estabelecidos entre os membros da organização e os diversos stakeholders.

 

A Cultura Organizacional nasce da visão do fundador e vai sendo desenvolvida nas sucessivas interações cotidianas, em geral, mais informais que formais. A Marca, por sua vez, está num nível de complexidade mais abstrato que a organização e pode ser definida como a imagem emergente entre os múltiplos relacionamentos e experiências de contato com seus atributos tangíveis e intangíveis, onde, uma vez mais, as Redes de Relação entre os diversos Touch points assumem um papel central.

Em síntese, a abordagem sistêmica de Tree Branding baseia-se nas relações, das quais emergem tanto as Organizações quanto suas Marcas, analisando dois tipos de redes: 

 

  • Redes Sociais de Relacionamento: quem se comunica com quem; quais são os atores centrais e periféricos, quais os gargalos, difusores e Brokers, quais os clusters informais de comunicação, etc.: 

 

 

 

  • Redes Perceptuais ou Mapas Cognitivos: o que é comunicado; qual seu peso, canal, freqüência e vínculos estabelecidos entre mensagens e conceitos chaves emergentes:

 

 

 

 

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