RSS Feed
RSS Feed
Apr 28

Consumer Insight Lab: transformando conhecimento em estratégia

Posted Thursday, April 28, 2011 on Antropologia do Consumo, Consumer Insight Lab

Conheça as áreas de atuação do Laboratório interdisciplinar e multicultural da Tree Branding, que desenvolve pesquisas sobre o comportamento do consumidor Latino Americano.

Um verdadeiro think tank de produção de conhecimento e inovação a partir de conceitos e técnicas oriundas da Antropologia, Semiótica, Opinion Mining e Teoria de Redes.

Transformando Conhecimento em Estratégia

Transformando Conhecimento em Estratégia

Siga nos no Twitter e Facebook: 

Share/Save/Bookmark

Jan 11

Um olhar antropológico das redes sociais


Prezados leitores, esperamos que este seja um ano em que se cultivem os valores do Capital Social: Cooperação, Confiança e Reciprocidade! Desejamos um ótimo ano 10 para todos!

A seguir, o nosso primeiro artigo do ano publicado no site da Aberje!

O ano de 2009 nos deixou uma contundente certeza: queiramos ou não, estamos em rede como nunca antes na nossa evolução cultural (por evolução entenda-se aqui o “processo de mudança” e não necessariamente o “progresso” no  sentido linear).

Tudo indica que tal processo irá se intensificar nos próximos anos, continuando a dar forma ao que o filósofo Manuel Castells definiu como a “Sociedade em Rede”. E nesta nova era do conhecimento e da sociedade em rede, o Brasil conta com traços culturais de sociabilidade que se manifestam na rápida adoção das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação), o que o coloca numa situação privilegiada de competitividade global.

Todavia, junto com esta certeza, vem várias outras incertezas que geram, especialmente no meio empresarial, uma grande ansiedade sobre como se adaptar às mudanças de características vertiginosas, orgânicas (não mecânicas) e auto-organizadas (não impostas pela hierarquia).

É por isso que 2009 foi o ano no qual as organizações brasileiras se voltaram massivamente às chamadas “mídias sociais”, compreendendo que, querendo ou não, já estão na sociedade em rede.

Junto com o empoderamento de um consumidor cada vez mais conectado, antenado e criador de conteúdo e, com as novas características dos cidadãos da denominada geração Y, os limites classificatórios se tornam cada vez mais difusos, nos levando a compreensão de que tudo está interligado.

Dissipação de limites entre a organização empresarial e seus stakeholders (aonde começa e termina cada uma?) e entre o mundo on-line e off-line como espaço de experiência e relacionamento, são exemplos que impactarão cada vez mais a maneira de como se pensa e se pratica a comunicação empresarial.

Nesta vertente, as organizações que se comportem de maneira “retardatária” na compreensão e adoção de novas tecnologias e conceitos de comunicação empresarial, poderão sofrer as conseqüências de quem entra tarde no jogo, podendo se auto-excluir do emaranhado entrançado sócio-cultural contemporâneo.

Com as certezas e incertezas herdadas do ano que passou, nossa proposta para o ano que começa é contribuir na compreensão e ação da comunicação empresarial no seu sentido mais amplo, a partir de uma ótica antropológica das redes sociais que lhe dão vida. Comecemos, então, pela pré-história das redes sociais.

A pré-história das redes sociais

Junto com a crescente popularidade do conceito de “redes sociais” (vinculado ao mundo virtual ou online), cresce a esperança de uma sociedade mais integrada e horizontal, muitas vezes descrita através de metáforas organicistas e provenientes da teoria da complexidade.

No entanto, é preciso compreender que o conceito de rede não implica necessariamente algo positivo per se, já que a rede é um meio e não um fim em si mesma, e a valorização da rede é algo relativo aos atores que a compõem.

O conceito de rede social tampouco é algo novo (mas sim ganha novas características na sua versão virtual ou on-line), já que, como mostraremos a seguir, a interligação entre indivíduos é inerente ao gênero humano.

Durante mais de 99% do tempo transcorrido desde a aparição dos primeiros indivíduos do gênero Homo - há aproximadamente dois milhões de anos AC -, nossos antepassados já se organizavam socialmente em pequenas comunidades do tipo caçadoras- recolectoras, nômades, com pouca divisão do trabalho e primando a interação cara-a-cara e a tomada de decisão coletiva e guiada pelo consenso. Ou seja, mais de 99% da nossa existência na Terra vivemos em pequenas redes sociais de topografia (forma) horizontais e clusterizadas em pequenos grupos pouco conectados entre si.

No tempo restante (menos de 1%), importantes mudanças aconteceram - o que não significa que o período anterior fosse estático. De maneira muito resumida, podemos dizer que tais mudanças, particularmente tecnológicas, afetaram o tamanho e hábitos das comunidades e, subseqüentemente, ampliaram os limites do mundo, o que levou a uma posterior sub-limitação geopolítica em Estados-Nação.

Nos últimos vinte anos (irrisórios 0,001%) a aparição da Web 1.0 e posteriormente da Web 2.0 possibilitou, como nunca antes, a interação entre indivíduos diversos e fisicamente distantes, tornando o mundo significativamente mais enxuto (ao menos em termos comunicacionais e em referência aqueles incluídos digitalmente). Este fascinante processo reaviva o conceito de “comunidade” inerente ao nosso gênero. Comunidades formais e, sobretudo, informais que se constituem a partir de atributos em comum, mas desta vez também existem na forma virtual ou on-line, dialogando em tempo real no seu interior e entre elas.

Acreditamos que uma nova história de relacionamentos mais horizontais e auto-organizados está começando e pode beneficiar-se à luz da compreensão da natureza humana, caracterizada, entre outros aspectos, pela necessidade da comunicação informal além das estruturas formais (como é o caso das empresas).

Em suma, este é o momento propício para olhar a comunicação empresarial como uma grande e complexa rede de indivíduos que interagem além dos limites das estruturas formais e físicas e dos canais tradicionais de comunicação.

Desvendar e gerenciar as comunidades de afinidade que se criam e existem dentro e fora das organizações deve ser uma prioridade estratégica da Gestão em geral e da comunicação empresarial em particular.

É justamente sobre a importância e a possibilidade empírica de desvendar as redes sociais informais que subjazem o organograma formal que estaremos tratando no próximo artigo. Até lá!

Visite nosso site

Siga-nos no Twitter

Share/Save/Bookmark

Sep 29

Trendtrackers: Rede Global de pesquisadores de TENDÊNCIAS

Posted Tuesday, September 29, 2009 on Antropologia do Consumo, Consumer Insight Lab

Com o processo de globalização de informações e os diferentes significados e usos que comportamentos e correntes de estilo assumem mundo afora, o mercado necessita cada vez mais de um acompanhamento adequado destas dinâmicas para desenvolver produtos, Marcas, tomar decisões e criar estratégias.

Não basta tomar conhecimento de uma tendência emergente, mas saber como ela se propaga no entrançado sócio-cultural e as formas de assimilação que adota em diferentes regiões.

Neste contexto, a criação de uma rede de informantes qualificados, isto é preparados e treinados segundo uma metodologia adequada à função de observadores em profundidade é a forma mais eficaz de “rastrear” essas correntes de comportamentos e tendências dando conta de abranger todas as suas dimensões.

Esse mapeamento em profundidade é o diferencial do Trendtrackers Global Net, uma rede de pesquisadores de tendências munidos de metodologia adequada e olhar treinado a rastrear o movimento e as dimensões das tendências emergentes.

Todas as informações obtidas pelo trabalho dos Trendtrackers são interpretadas e analisadas pelos cientistas e especialistas do Consumer Insight Lab da Tree Branding - um laboratório interdisciplinar de estudos de consumo e tendências que integra antropólogos, sociólogos, publicitários, semioticistas, psicólogos, entre outros - provendo o mercado com informações de ponta, de conteúdo denso e objetivo orientado para a inovação.

VISITE O SITE DA TREE BRANDING!!

Share/Save/Bookmark

Aug 31

Tree Branding cria laboratório interdisciplinar para estudos sobre o consumo e tendências.

Posted Monday, August 31, 2009 on Antropologia do Consumo, Consumer Insight Lab

Laboratório aposta em inovadores conceitos científicos voltados ao estudo e pesquisas sobre comportamento do consumidor e tendências de consumo

A permanente sucessão de tendências orienta o universo da produção e consumo de bens, tanto em nível macro (tendências mais longas e que perpassam diversas dimensões culturais e de negócios) quanto em nível micro (tendências mais curtas, que abrangem segmentos mais específicos de grupos e consumidores), determinando tanto a demanda por produção de bens, quanto os diferentes padrões e expectativas de consumo.

Nesta vertente, a Tree Branding, a primeira empresa de consultoria que integra organicamente Gestão estratégica de Marcas e Desenvolvimento Organizacional, lança sua nova área: o Consumer Insight Lab (CIL) - laboratório interdisciplinar de estudos e pesquisas aprofundados sobre comportamento do consumidor e tendências de consumo, funcionando como um verdadeiro think tank de produção de conhecimento e inovação.

Da Antropologia do Consumo ao estudo de Macro e Micro Tendências de mercado, passando pela Análise de Redes Sociais, à Macro Economia, Semiótica, Text Mining & Opinion Mining, Ciências Cognitivas e da Complexidade até a análise da Cultura Material e da Cultura Digital, o CIL promove o mais eficiente padrão de investigação e análise do universo do consumo com ferramentas científicas, adequadas ao timing, recursos financeiros e necessidades do mercado.

Um dos diferenciais do CIL é o trabalho de Insight Supporting, que visa converter os dados obtidos em pesquisa em insights e conceitos mais facilmente assimiláveis e adequados ao desenvolvimento de estratégias, idéias e ações, geradas pelos departamentos de marketing, criação, vendas, design, agências de publicidade e gestão de negócios. Todas as pesquisas contam com um planejamento customizado dos projetos e se focam em seis áreas distintas: Pesquisa de Tendências, Diagnóstico do Consumidor, Pesquisa Ad Hoc, Antropologia do Consumo e Antropologia do Design e Co-Branding/Fashion Corporate.

É interessante ressaltar que a metodologia de pesquisa de tendências de mercado e consumo desenvolvida pelos cientistas/profissionais do CONSUMER INSIGHT LAB, mobiliza informantes no mundo todo que atuam como observadores participantes, os chamados Trend Trackers, cujo objetivo principal é compartilhar suas impressões sobre - what´s next – tendências futuras e emergentes nas mais diferentes localidades.

Em toda a sua abrangência, os estudos realizados pelo CIL ajudam a solucionar um problema recorrente no mercado ­­– a padronização de procedimentos de pesquisa que muitas vezes inviabiliza o trabalho junto às necessidades reais do cliente. q4g3awup7k

Visite a página do CONSUMER INSIGHT LAB!!

Share/Save/Bookmark